Lifestyle Nascidas antes do sufrágio, idosas centenárias não deixam de votar 

Nascidas antes do sufrágio, idosas centenárias não deixam de votar 

Norte-americanas que nasceram antes de terem o direito de votar enfrentaram pandemia global para exercer cidadania em 2020

Nem mesmo uma pandemia impediu que essas idosas votassem nas eleições de 2020

Nem mesmo uma pandemia impediu que essas idosas votassem nas eleições de 2020

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Nos Estados Unidos, as eleições gerais de 2020 tiveram vários motivos para se tornarem um marco histórico: além de ocorrerem no meio de uma pandemia sem precedentes, vários estados registraram um comparecimento recorde, mesmo o voto não sendo obrigatório. 

E para algumas norte-americanas centenárias, nem mesmo uma pandemia global foi capaz de barrar seu exercício de cidadania. É que essas mulheres nasceram antes do sufrágio, oficialmente conquistado nos Estados Unidos em 18 de agosto de 1920, tendo o Tenessee como o último estado a conceder o direito ao voto feminino. 

“Tendo 102 anos, minha família insistiu que eu tomasse todas as precauções para não pegar covid-19", explicou a professora universitária Beatrice Lumpkin ao The Washingon post. Segundo ela, que saiu para votar vestindo um completo equipamente de proteção individual, essa foi "a eleição mais importante de sua vida." 

Já Talu Massey, de 103 anos, tem ainda mais motivos para exercer seu direito ao voto. Nos Estados Unidos, a lei do direito ao voto para pessoas negras só foi assinada em 1965 pelo então presidente Lyndon Johnson. Massey, que nasceu em Birmingham, Alabama, conta que seu primeiro voto foi para Fraklin D. Roosevelt, 32º presidente dos Estados Unidos. 

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“Como cidadão americano, você tem o direito de votar em quem deseja que o governo esteja no poder, em quem deseja que comande o governo” , disse ela em entrevista. 
 

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