Bichos Projeto pede ajuda para continuar socorrendo primatas brasileiros

Projeto pede ajuda para continuar socorrendo primatas brasileiros

Mucky, em Itu (SP), já ajudou a salvar mais de 2 mil animais que sofriam maus tratos ou estavam em perigo

Mais de 2 mil primatas brasileiros já foram socorridos pelo Projeto Mucky

Mais de 2 mil primatas brasileiros já foram socorridos pelo Projeto Mucky

Divulgação/Projeto Mucky

O Projeto Mucky, localizado na cidade de Itu, no interior de São Paulo, atua no socorro a primatas brasileiros. Desde o início de sua atuação, há 36 anos, mais de 2 mil animais já foram resgatados de situações de maus tratos, atropelamentos, queimadas ou comércio ilegal. Nessas mais de três décadas de vida, a instituição tornou-se referência no país por ser especializada na recuperação e cuidados de macacos.

Porém, com o início da pandemia do novo coronavírus, no ano passado, a atuação do projeto foi bastante impactada pois houve uma queda de 40% nas doações que ajudavam a manter a iniciativa em pé. Além disso, outro fator vem prejudicando a manutenção do projeto: as arrecadações relativas à Nota Fiscal Paulista, que ajudavam a instituição, também caíram por causa do fechamento de diversos estabelecimentos comerciais.

Para ajudar a reverter essa situação e manter o projeto ativo, a instituição lançou uma vaquinha virtual e todas as pessoas interessadas podem colaborar. Os interessados podem ajudar o acessando o site VOAA - Vaquinha do Razões.

Animais de diferentes espécies são resgatados de situações de maus tratos

Animais de diferentes espécies são resgatados de situações de maus tratos

Divulgação

Atualmente, o Mucky tem custos mensais de cerca de R$ 65 mil com os cuidados com os primatas. Muitos animais chegam desnutridos, cegos ou com diversas lesões graves. Assim, o valor arrecadado pela vaquinha virtual será destinado ao pagamento de dívidas feitas pela instituição desde o início da pandemia, ajudando a manter o projeto ativo.

A instituição também precisa de recursos para manter os cuidados de saúde com os animais, que incluem médicos veterinários, exames, cirurgias e terapias de reabilitação, como acupuntura e fisioterapia. Mais de 27 pessoas cuidam diariamente de 230 macacos de várias espécies, oferecendo 3 a 5 refeições por dia, específicas para cada tipo de animal.

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