Beleza Caso Mariano: conheça as complicações da rinoplastia 

Caso Mariano: conheça as complicações da rinoplastia 

Para cirurgião plástico, médico não deve sugerir procedimentos para além da queixa do paciente, como relatou o peão em A Fazenda

Durante desabafo, peão Mariano diz ter se arrependido de cirurgias no nariz

Durante desabafo, peão Mariano diz ter se arrependido de cirurgias no nariz

Divulgação/DiogodeMoraes

Na era das correções estéticas e filtros faciais, não é todo mundo que fica satisfeito com os resultados de um procedimento. É o caso de Mariano, peão de A Fazenda, que relatou uma série de complicações em decorrência de cinco rinoplastias.
“Só sou a favor se a pessoa se incomodar muito”, declarou o peão para Tays , dizendo que se arrependeu de ter mexido no nariz.

“Fiz quatro ou cinco cirurgias. A primeira que eu fiz foi sem vontade. Precisava fazer um desvio de septo e caí no conto do vigário. A segunda deu infecção. Piorou minha respiração em 40%. Fiquei com um buraco. Tenho que assoar meu nariz pois parece que está escorrendo o tempo todo.”

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De acordo com o cirurgião plástico André Maranhão, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as rinoplastias são indicadas para pacientes que apresentem alterações estruturais ou funcionais no nariz. No caso de Mariano, o peão procurou a intervenção cirúrgica por conta de uma alteração funcional, o desvio de septo, mas enfrentou complicações por conta de procedimentos que não eram necessários no quadro. 

“Existem complicações relacionadas à cicatrização, como uma retração cicatricial de alguma área cortada, o que pode gerar fibrose ou aderência. Eventualmente, podem ocorrer situações relacionadas à própria abertura da asa nasal quando não realizado adequadamente o tratamento“.

Para Maranhão, são raras as ocasiões em que o médico deve sugerir procedimentos para além de queixas específicas do paciente. “É a partir das queixas que se analisa os potenciais tratamentos”, explica.

“Quando o paciente vem sem foco, ou querendo muita coisa ao mesmo tempo, devemos orientar para refletir melhor ou mesmo procurar apoio psicológico pois podemos estar diante de uma síndrome dismórfico corporal.”

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